quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

O dia seguinte ...

apesar de nada mais profundo ainda ter acontecido (Que pena!) o outro dia foi uma mistura de sentimentos.
Loucura, perversao, consciencia pesada cercadas de uma enorme felicidade, me sentia viva.
Cheguei a ligar pra ele mas nao me sentia à vontade. Combinamos que só ele ligaria.
Ligava pelo menos uma vez por dia.
Nos reencontramos nessa segunda.
Paramos proximo minha casa, conversamos e nos beijamos minha blusa larga facilitou que a mao dele chegasse aos meus seios, adoro qualquer tipo de carinho nos seios, já estava molhada e novamente de pernas bambas.
Passei as maos pela calça dele e cheguei no meu brinquedo, estava rígido fiquei fazendo carinho até que pediu carinho, por algum tempo fiz carinho com a mao,nas nao resisti muito e chupei bem gostoso, como gosto de fazer isso ... chupava a cabecinha e acariciava o restante.
Ele começou a colocar a mao dentro da minha calça, por tras pq eu estava de lado, dentro do carro, chupava cada vez com mais vontade até que ele conseguiu invadir minha calcinha com a mao e perceber o quanto estava molhada. Foi acariciando minha buceta, espalahndo meu mel e deixando toda lambuzada. Fiquei louca e com muito tesao. Chupava mais. Fiquei mole ... fora do ar ... já estávamos há muito tempo ali, ainda era dia e mais uma vez tivemos que partir.
Pedi um tempo para me recuperar. Mordi a bochecha dele e desci do carro, molhada e de pernas bambas.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Rafael

Quando o "luto" começou a fazer parte do passado, Rafael nao saía mais da minha cabeça. Ele é autonomo e chegou a fazer um trabalho aqui em casa enquanto eu namorava, sempre marcava horário para quando eu estivesse no trabalho.
Realmente estava precisando novamente do trabalho dele e entrei em contato com ele para agendar um horário para verificar algumas coisas aqui em casa e com intençaõ de reve-lo, dessa vez nao precisava ser no horário de trabalho.
Nunca dava certo e achei que nao queria mais nada comigo.
Um domingo o telefone tocou, ele estava fazendo plantão e perguntou se poderia vir aqui ver meu problema, até aí achou que era só 1 intenção, a do conserto. Adoro passar o fim de semana de pijama, bem à vontade, e nao queria que ele me visse daquela forma no primeiro reencontro, também nao gostaria que minha família o visse, o problema realmente existia mas também haviam outras formas de conserta-lo.
Informei que minha família estava em casa (pais e irmãos) e ele ficou de ir ao meu trabalho, local público, há pouco reformado, ele também gostaria de ver como havia ficado.
Aquela tarde pareceu uma eternidade ... olhava de uma janela pra outra, uma ansiedade por saber qual seria nossa reação. Iria me achar gorda? A quimica havia acabado? Ele chegou ...
Peguei minha bolsa e saí de fininho, disfarçamos olhando meu carro que estou vendendo, como se fosse alguem interessado em comprá-lo (não combinamos isso ... foi meio que automático).
Entrei no carro e começamos a lembrar um pouco do passado. Quando contei que nao estava mais namorando percebeu a segunda intenção, contei da ligação ele falou que sabia que era eu e aproveitou para anotar meu telefone. Disfarçadamente contei que sentia saudades dele.
Ele confessou que sempre lembrava de mim, às vezes de madrugada, mas tinha receio de ligar. Que ria sozinho lembrando de mim.E que nao acreditava que estava ali comigo.
O fogo nao havia acabo, estava adormecido, ele continuava uma delícia e estava louco para agarrá-lo logo, mas fiquei na minha. Nesses casos defendo que a ação tem que ser do homem conquistando sua femea.
Saímos do trabalho e fomos até uma rua mais tranquila. Meu coração batia forte e estava nervosa. O medo de alguém nos ver, a consciencia pesada por ele ser casado e uma vontade enorme de beijar a boca dele.Estava pensando na loucura que estava fazendo novamente, estava gostando.
Virou o corpo para meu lado e nao tive coragem de beijá-lo. Pegou minha mão e ficou fazendo carinho enquanto conversávamos. Concordamos que da primeira vez empolgamos muito e ele teve que se afastar. Informei que nao estava a fim de namorar, mas um amigo colorido nao seria nada mal.Dessa vez o casamento dele nao está em crise, o que me deixou minha consciencia ainda um pouco mais pesada. Estava claro que os dois gostariam de voltar a aproveitar um o outro, mais claro ainda ficou que a intenção não era terminar ou destruir casamento algum e sim nao disperdiçar aquele fogo que só nós dois víamos e sentíamos.Como ele mesmo disse, tem uma coisa muito forte que une nós dois. Não era paixao, é puro tesão, do mais forte e explosivo.
Sorri pra ele e nos beijamos.Selinho, mordia a boca dele, chupava os lábios, mordia, passava minha lingua na dele.
Escrevo e sinto tamanha emoção, excitação e tesão. Vontade de nao parar, mas ainda havia luz no dia ... nós e nossas loucuras. Estava feliz, molhadinha, com as pernas bambas e com vontade de que aquele momento nao acabasse mais.
Passava as maos na parte interna das minhas coxas e mesmo de calça jeans era um tesão só. Na calça dele meu brinquedo preferido estava saliente, lembrei de como é delicioso chupa-lo ... encostava a cabeça em meus seios ... tivemos que ir embora.
Quando tentei sair do carro ele me puxou e demos o ultimo beijo que novamente me deixou sem folego, de perna bamba e com uma certeza, não poderia deixar esse fogo apagar ou ignorá-lo.
Vou ser AMANTE, vou beijá-lo, ele vai me comer e vou dar pra ele. Que se dane a sociedade e suas regras, algumas existem para serem quebradas. Sou mulher, sou femea e ele será meu macho.Não quero o lugar da esposa, isso ficou bem claro para os dois, quero o lugar da amante, não quero fazer mal a ela, nem disputar espaço nem atenção, quero o tempinho que sobrar, mas quero. Quando ele me chamar eu vou, quando ele quiser eu dou e isso me dá muito tesão, me faz subir pelas paredes.

domingo, 20 de dezembro de 2009

Passado amoroso.

Como descrevi em meu perfil, não sou alguém que chame atenção nem gosto disso.

Meu primeiro contato íntimo com o assunto "sexo" foi aos 18 anos pela internet. Tinha um amigo com o qual conversavamos sobre o assunto, pelo MIRC (lembram dele? ainda nao tinha msn) ou telefone, foi quando comecei a me masturbar e gozei pela primeira vez.

Ainda era virgem, virgindade essa perdida com um amigo. Uma das minhas "teorias" era nao perder a virgindade com um namorado ou marido e sim com um amigo. Nao via como algo especial para a mulher que teria que ser feito com amor e respeito, cercado de cuidados. Foi ótimo, pena que ele nao acreditou que eu realmente era virgem. Depois de um tempo saímos novamente mas ele mudou de cidade e deve estar casado. Se já gostava de sexo "solitário", a dois entao, nem se fala.

Nunca consegui ver isso como pecado, uma sensação maravilhosa que a natureza nos permitiu sentir nao pode ser pecado.

Fiquei um tempo sem sair com ninguem, até que conheci o Rafael, conversamos, gostei dele, ele gostou de mim, conversávamos ele perguntou se podia me ligar para conversarmos e quando percebeu que estávamos a fim um do outro, no meio de uma conversa, revelou que era casado. Assustei e apesar da reação ele nao desistiu de continuar me procurando.
Não tinha acontecido nada ainda e senti que a química entre nós era muito forte. O beijo foi maravilhoso, o sexo pegava fogo. Empolgamos demais, a "matriz" começou a desconfiar e nos afastamos. Ele tentou voltar, mas eu nao estava a fim.

Comecei a namorar. Foram quase 3 anos. Começamos a ficar juntos por comodidade. O sexo era bom, mas monótono e cada vez mais raro, mais raro ainda eram os beijos. Percebi que realmente nao dava mais quando comecei a sentir saudades do Rafel, daquele fogo que tínhamos e das loucuras, liguei pra ele e disse que foi engano, só pra ouvir a voz dele, um tempo depois terminei o namoro. Foi como uma morte,foi difícil, recuperei.